Gestão Rogério Cruz descontava empréstimo dos servidores e ficava com dinheiro
A bomba estourou no colo do sucessor, Sandro Mabel (UB), que teve que decretar calamidade financeira para poder renegociar as dívidas.

O ex-prefeito Rogério Cruz (SD) aplicou um calote histórico nos servidores de Goiânia: descontou valores dos empréstimos consignados direto na folha, mas não repassou aos bancos. Resultado? Um rombo de R$ 250 milhões.
A bomba estourou no colo do sucessor, Sandro Mabel (UB), que teve que decretar calamidade financeira para poder renegociar as dívidas.
A informação consta no documento que foi enviado à Assembleia Legislativa que pedia a prorrogação da calamidade por mais 180 dias para que o Paço tenha possibilidade de negociar de forma equilibrada com os credores. A maioria dos deputados estaduais (30 deles) votou a favor da prorrogação do decreto.
Com a dívida batendo na porta, Mabel tenta conter o caos herdado da gestão anterior. Enquanto isso, o funcionalismo paga a conta da irresponsabilidade de um governo que passou e fingiu que nada devia.













