Juíza que mandou prender Gusttavo Lima já foi acusada de manipular processo
A juíza Andrea Calado da Cruz foi acusada de coagir uma funcionária a distribuir processos de forma irregular e ordenado a elaboração de uma certidão falsa para encobrir suas ações.

A juíza Andrea Calado da Cruz, do Tribunal de Justiça de Pernambuco, responsável pela ordem de prisão do cantor Gusttavo Lima na Operação Integration, que também envolve influenciadora Deolane Bezerra, tem um histórico controverso.
Em 2014, a magistrada foi acusada pela OAB de Vitória de Santo Antão (PE) de manipular arbitrariamente a distribuição de processos criminais. Segundo a denúncia, ela teria coagido uma funcionária a distribuir processos de forma irregular e ordenado a elaboração de uma certidão falsa para encobrir suas ações.
Na época, o presidente da OAB local, Washington Luís Macêdo de Amorim, criticou a conduta da juíza como "impositiva" e "sem amparo legal".
Pedro Henrique Reynaldo Alves, então presidente da OAB-PE, considerou a postura da juíza "incompatível com a dignidade da magistratura".
Em resposta às acusações passadas, a juíza Cruz afirmou que em seus 21 anos de carreira, sempre atuou de forma independente e convicta, subordinada apenas à Constituição e às leis. Ela argumentou que decisões judiciais podem desagradar criminosos, mas isso não a intimida nem a desvia de seu compromisso com a justiça e a equidade.













