"Publi" produzida "sem freio" por influencers preocupa Procon
O superintendente do Procon Goiás afirma que o assunto precisa ser debatido em âmbito jurídico

Em bate-papo no podcast G5Entrevista, o superintendente do Procon Goiás, Levy Rafael Cornélio, deu luz a um assunto cada vez mais em pauta: a relação dos influencers digitais com a venda de produtos e oferta de serviços por meio de seus perfis nas redes sociais. O superintendente também comenta sobre os marketplaces, que possibilitam a venda de todo tipo de item na internet.
“Segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), toda pessoa física ou jurídica, que contribui para a chegada de determinado produto ou serviço para o consumidor responde na cadeia produtiva”, explica Levy ao comentar que, atualmente, os influencers são o exemplo claro da livre demanda no mercado digital.
De acordo com ele, ainda há lacunas que precisam ser preenchidas.
“Em caso de defeito, esse influencer responde ou não? E se ela é a dona da marca, por exemplo? Então ainda tem algumas nuances, um campo nebuloso que precisa ser aprofundado tanto pelo jurídico, quanto pelo judiciário”, pontuou o superintendente.
Na conversa, Levy também falou sobre os reajustes no preço do etanol em Goiás, do trabalho de fiscalização a bancos e operadoras de telefonia, além de uma operação que interditou 11 empresas que enganaram consumidores na hora de adquirir um financiamento ou consórcio na capital.
Veja a entrevista completa

Perito alerta que 'Maníaco de Goiânia' não tem cura e pode voltar a matar se for solto
Ao G5News, o perito criminal Shouzo Abe detalhou por que o comportamento do homicida foge completamente ao padrão observado no sistema prisional.














