Filho de ex-vereador de Aparecida usou drogas e foi encontrado morto dentro de piscina por mãe de amigo
Investigações apontam que Ramon Souza, filho do ex-vereador José Ribamar, estava numa boate com amigos durante a madrugada e pediu para dormir na casa de um deles, no Setor Grajaú, em Goiânia

Filho do ex-vereador de Aparecida, José Ribamar, o influenciador digital Ramon Souza, 20 anos, encontrado morto dentro da piscina da casa de um "amigo", no Setor Grajaú, em Goiânia, na tarde dessa segunda-feira (13), consumiu drogas durante a madrugada e a manhã, segundo informações de um segundo amigo que estava no endereço. A Polícia não descarta a possibilidade de o rapaz ter passado mal e sofrido uma overdose.
Segundo o delegado titular da Delegacia de Investigação de Homicídio (DIH), Maurício Passerini, no domingo (12), Ramon esteve em uma boate com dois amigos e após a festa foram para um posto de combustíveis, onde continuaram bebendo. Um dos amigos informou para a polícia que Ramon pediu para dormir na casa dele e que no outro dia iria embora. Ainda segundo a testemunha, na manhã de segunda (12), saiu de casa cedo e deixou a vítima e um outro amigo.
Em depoimento, esse segundo amigo relatou que Ramon usou drogas durante à madrugada, quando ainda estava na boate curtindo a festa com os amigos, e quando chegou na casa entrou em contato com "um homem" e pediu mais entorpecentes. Esse foi ao endereço entregar e a vítima usou mais.
A testemunha teria ido dormir e deixado Ramon sozinho.
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O corpo do influenciador foi encontrado pela mãe do amigo, proprietário da casa, já durante à tarde, quandoi foi ao endereço lavar roupa do filho, que se deparou com o rapaz no fundo da piscina.
Passerini contou ao G5News que o celular de Ramon já passou por perícia e os investigadores técnicos encontraram um vídeo que mostra Ramon sozinho, andando descalço pela casa e, em seguida, pulando de cabeça na piscina, onde a mãe do amigo encontrou o corpo.
“No celular foi encontrado um vídeo da vítima gravado minutos antes de o corpo ser encontrado [...]. No celular não havia nenhuma ameaça a ele. Amigos e familiares também não relataram nenhuma inimizade ou dívida que justificasse a suspeita de homicídio. Por essas razões, a polícia suspeita de morte acidental”, explicou o delegado.
A perícia não conseguiu determinar a causa da morte no local. O corpo foi recolhido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exame de necropsia, que vai determinar a causa da morte.
O caso segue em investigação e a polícia ressalta que nenhuma linha de investigação será descartada até a resolução das circunstâncias da morte de Ramon.

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