Saúde de Goiânia e Fundahc discutem "impasse" sobre dívidas, fazem acordo e maternidades voltam a agendar pacientes
A pasta contesta uma dívida cobrada pela Fundahc de cerca de R$ 60 milhões Por outro lado, a fundação alega ter valores em aberto referentes aos anos de 2021 e 2022

O impasse relacionado à gestão das três maternidades públicas de Goiânia parece caminhar para uma solução. Isso porque, no início da tarde desta quinta-feira (27), representantes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), da Controladoria-Geral do Município, da Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (Fundach/UFG) e da própria universidade, promoveram uma reunião para discutir o tema.
A pasta contesta uma dívida cobrada pela Fundahc de cerca de R$ 60 milhões, além de questionar as taxas praticadas pela entidade para administração do Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara, localizado no Conjunto Vera Cruz, da Maternidade Nascer Cidadão, no Jardim Curitiba e do Hospital e Maternidade Dona Íris, na Vila Redenção. Por outro lado, a fundação alega ter valores em aberto para receber referentes a meses trabalhados nos anos de 2021 e 2022.
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Em nota divulgada de forma conjunta, as partes envolvidas afirmam que, durante o encontro, ficou estabelecido a identificação dos valores das contas a pagar em aberto, a renegociação dos convênios hoje vigentes, a transferência imediata dos R$ 10 milhões restantes de parcela em aberto, além do reagendamento dos procedimentos eletivos pelas maternidades.
Ainda conforme o texto, tanto a SMS quanto a Fundach ressaltam que, em momento algum, houve interrupção da realização de partos e atendimentos de urgência e emergência nas unidades de saúde.

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