Buscas por Jefferson completam 24 dias e Grupo de Homicídios entra no caso
Análise de celulares, câmeras e varreduras na região não encontraram pistas

O desaparecimento de Jefferson de Oliveira segue como um enigma para as autoridades e para a família em Aparecida de Goiânia. O morador da região do Cruzeiro do Sul sumiu no dia 25 de julho, logo após se envolver em um acidente de trânsito na Avenida Jataí, no Setor Vale do Sol. Ele estava a caminho da casa da mãe, onde tomaria café da manhã.
A novidade no caso é que as apurações agora contam com o reforço do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida de Goiânia. Segundo as forças de segurança, o ingresso da equipe especializada não significa a confirmação de um homicídio ou crime, mas visa somar forças no trabalho de inteligência para que nenhuma hipótese seja descartada.
Sem Câmeras no Local e Apoio de Imagens de Celular
A área em que Jefferson foi visto pela última vez é considerada isolada, um "ponto cego" sem monitoramento por câmeras de segurança. O condutor teria perdido o controle do veículo sozinho e colidido contra um poste. As únicas imagens registradas no local exato da batida foram feitas por populares por meio de celulares.
Nesses vídeos, Jefferson aparece saindo do automóvel e conversando com pessoas que passavam pela via. A polícia informou que as testemunhas que aparecem nas gravações já foram identificadas e ouvidas. Atualmente, os investigadores analisam celulares apreendidos e buscam câmeras ao longo do possível trajeto feito por ele para tentar rastrear seu paradeiro.
Varreduras sem Pistas
Novas rodadas de buscas foram realizadas na região do acidente e em outros pontos estratégicos da cidade. No entanto, até o momento, os agentes não localizaram nenhuma pista, pertence ou peça de roupa que pertença ao desaparecido. As forças policiais seguem pedindo que qualquer informação sobre o caso seja repassada pelos canais de denúncia anônima.

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