Duda Freire, amiga de Virgínia, fala sobre prisão do pai: "Confio na justiça"
O pai da Influenciadora foi preso quinta-feira (26) acusado de vender drogas no modelo “delivery”, em bairros de alto padrão.

A influenciadora digital Duda Freire, que soma quase 3 milhões de seguidores nas redes sociais, se manifestou nesta sexta-feira (27) sobre a prisão do pai, ocorrida no dia anterior, em Goiânia. Em nota publicada nas redes, Duda afirmou que lamenta a situação, mas ressaltou que não pode ser responsabilizada pelas atitudes dele.
“Diante de tudo o que tem sido divulgado nos últimos dias, senti que precisava me manifestar com calma e respeito. Lamento muito a situação envolvendo meu pai e, como filha, me solidarizo com o momento difícil que ele está vivendo. Ainda assim, preciso deixar claro que as decisões e atitudes dele são de responsabilidade exclusivamente dele e não representam quem eu sou”, escreveu.
A influenciadora também afirmou que não mantém convivência próxima com o pai há algum tempo por questões familiares e destacou que trabalha desde os 15 anos, sendo responsável pelo sustento da casa e pelos cuidados com a mãe, a irmã e o tratamento médico do avô.
“Sempre confiei e continuo confiando na Justiça, que é o caminho correto para apurar os fatos”, declarou. Ela ainda pediu que cessem ataques e julgamentos nas redes sociais.
O pai da influenciadora foi preso na quinta-feira (26), em Goiânia. Segundo a Polícia Militar, ele estava foragido e tinha condenação definitiva por tráfico de drogas, além de mandado de prisão em aberto por associação criminosa.
De acordo com a corporação, o homem atuava com um esquema de venda de drogas no modelo “delivery”, com atendimento em bairros de alto padrão da capital, como Setor Marista e Setor Bueno.
A prisão foi realizada por equipes do 6º Batalhão da Polícia Militar. À emissora Record, o tenente responsável pela operação afirmou que houve tentativa de fuga no momento da abordagem.
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Após a detenção, ele foi encaminhado ao Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, onde deve cumprir pena de 18 anos de reclusão. As investigações continuam para apurar possíveis ramificações do esquema e a participação de outras pessoas.

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