Homem discute com enfermeira durante atendimento na UPA e leva soco de Guarda; veja vídeo
Ocorrência foi registrada na UPA do Itaipu, em Goiânia, onde o homem reclamava de dores no braço e funcionários relaram que o paciente sempre age com agressividade no local

Guarda Civil Metropolitano (GCM) é acusado de agredir um homem dentro da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Itaipu, em Goiânia. O caso ocorreu na tarde dessa quarta-feira (26). Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.
O paciente procurou a unidade de saúde após ter crises epiléticas. No local, ele teria discutido com uma enfermeira por conta de suposto “mau atendimento”. A funcionária, então, acionou a GCM. Com a chegada da equipe, ela relatou que o paciente estava bastante alterado e agressivo.
Já a versão da esposa do acusado, que estava como acompanhante, a enfermeira teria retirado a cânula que estava no braço dele de forma errada, o que teria causado dor.
Nesse momento, ele teria ficado irritado e começado a discutir. Segundo a enfermeira, o paciente teria desacatado ela.
Os policiais alegaram na ocorrência que o homem continuou alterado mesmo com a presença dos guardas. Por isso, precisaram deitar o homem no chão para algemar.
Diante da abordagem, o paciente disse aos guardas que estava com dores no braço e começou a reclamar do tratamento. A mulher do homem registrou todo o episódio.
No vídeo, um dos guardas diz ao paciente para ele ficar calado, mas ele continua dizendo que está sentindo dores. O guarda, então, desfere um soco no rosto do homem, que já estava algemado.
Ele foi retirado da unidade de saúde e colocado na viatura da GCM e, em seguida, encaminhado à Central de Flagrantes da Polícia Civil. O homem foi ouvido pela corporação e liberado em seguida.
Já a enfermeira foi até à delegacia para registrar boletim de ocorrência por desacato. Funcionários do local relataram que o homem sempre age de forma agressiva enquanto aguarda atendimento no local.
A Guarda Civil Metropolitana (GCM) disse que, devido à agressividade do homem, foi necessário o uso da força e, por isso, não houve excesso, abuso de autoridade ou agressão.
Ainda no comunicado, informou que acompanha a investigação e está à disposição para esclarecer a ocorrência. A Corregedoria acompanha o caso que é investigado pela Delegacia de Polícia Civil.
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