Homicida mata colega de trabalho e enterra cadáver no quintal de casa em Caldas Novas
Alessandro Belo Rosa rompeu a tornozeleira e foi pego após polícia encontrar corpo enterrado

A Polícia Civil localizou, nesta quarta-feira (28), o corpo de um homem enterrado no quintal de uma casa no bairro Portal das Águas Quentes, em Caldas Novas. A principal suspeita é de que o cadáver seja de um trabalhador desaparecido desde o último dia 22 de janeiro.
O corpo estava nos fundos da residência de Alessandro Belo Rosa, de 47 anos. O histórico do suspeito já é marcado pela violência: ele já possui condenação por homicídio e estava sob monitoração eletrônica. No entanto, para cometer o novo crime, Alessandro rompeu a tornozeleira eletrônica e passou a ser considerado foragido até ser capturado na terça-feira (27).
A investigação da Polícia Civil revelou detalhes sórdidos sobre a frieza do criminoso:
-
Golpes de Marreta: As perícias preliminares indicam que a vítima foi executada com golpes violentos de marreta na região da cabeça.
-
"Selfie" do Crime: No celular de Alessandro, os policiais encontraram imagens chocantes onde ele aparece com as mãos e o rosto sujos de sangue. As fotos foram registradas logo após o desaparecimento da vítima.
-
Relação de Trabalho: Vítima e agressor eram colegas de trabalho, o que torna o crime ainda mais inesperado para as pessoas do convívio.
A polícia também apurou que Alessandro não agiu sozinho na ocultação do cadáver. Um adolescente teria auxiliado o investigado a enterrar o corpo no quintal. A DPAAI agora investiga se o menor também teve participação direta na execução da vítima ou se apenas ajudou a esconder o crime.
A divulgação da imagem de Alessandro Belo Rosa foi autorizada pela polícia para que outras possíveis vítimas ou testemunhas possam ajudar a esclarecer se há mais crimes ligados ao suspeito.

Homem oferece R$ 300 para estuprar criança de 11 anos
egundo os relatos, o suspeito ofereceu a quantia de R$ 300 para que a criança aceitasse manter relações sexuais com ele.

Facção do Rio de Janeiro mandou matar jovem em Goiânia com tiro na cabeça, revela polícia
No dia do crime, os executores chegaram ao imóvel se passando por policiais e dispararam à queima-roupa contra a cabeça da vítima. O avanço das apurações permitiu que as equipes da PC e da PM, com apoio do 30º Batalhão e da Rotam, identificassem toda a rede de apoio local e a ligação direta com os mandantes no Rio de Janeiro.











