Laudo comprova estupro coletivo contra jovem; PM e irmão acusados do crime
Um terceiro acusado também está preso. Outros dois denunciados ainda não foram identificados. Crime aconteceu em Águas Lindas de Goiás.

A Polícia Civil confirmou que exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) comprovaram que uma jovem de 25 anos sofreu estupro coletivo durante uma festa em Águas Lindas de Goiás, no último sábado (08).
Um policial militar do Distrito Federal, o irmão dele e mais um homem foram presos pelo crime. Outros dois acusados ainda não foram identificados.
“Em um relatório do Instituto Médico Legal consta secreções que são vestígios de abuso sexual, além do risco de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis. Com base nesse relatório que comprova a materialidade delitiva, corroborado pelos depoimentos, nós prendemos os três por estupro”, disse o delegado Fernando Lobão ao G1 Goiás.
O boletim de ocorrência narra que a vítima foi chamada por um amigo para ir à festa que duraria três dias.
A jovem conta que ficou no local até o amanhecer de sábado (09) quando foi chamada por duas mulheres para dormir, já que a festa continuaria até domingo (10).
No entanto, quando entrou no quarto, as duas mulheres saíram e um homem armado apareceu. Em seguida, começou a tirar a roupa. No relato consta ainda que momento depois o policial tirou a roupa da vítima e a estuprou.
Depois do abuso sexual, segundo a denúncia, o militar deixou o quarto, entretanto, outros quatro homens entraram e começaram a estuprá-la.
Ela contou ainda que, após a sequência de violências sexuais, dois dos autores voltaram e repetir o crime. A vítima disse ter gritado por socorro, mas ninguém apareceu para ajudar.
A jovem foi encaminhada ao hospital para receber os atendimentos médicos necessários onde passou por exames que confirmam o abuso sexual. Em sequência, foi à delegacia, onde registrou o caso.
A mulher reconheceu três suspeitos como envolvidos no estupro coletivo, presos em flagrante.
A Justiça manteve a prisão deles. Os outros três que não foram reconhecidos pela vítima foram ouvidos como testemunhas e liberados.

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