Ex-secretário de Vilmar acusa que rombo de R$ 40 milhões do AparecidaPrev é “politização”
A manifestação ocorre após Paniago ser citado durante sabatina realizada na Câmara Municipal com a presidente do AparecidaPrev, Márcia Tinoco, e o diretor financeiro da autarquia, Khayo Eduardo

O ex-secretário municipal da Fazenda de Aparecida de Goiânia, Einstein Paniago, rebateu nesta segunda-feira (08) qualquer participação na operação que direcionou R$ 40 milhões do AparecidaPrev para Letras Financeiras (LF) do Banco Master — instituição liquidada no mês passado pelo Banco Central. Na avaliação do ex-gestor, a inclusão de seu nome no caso é uma tentativa de “p0litizar uma questão técnica” e deslocar responsabilidades de quem, segundo ele, “deveria ter zelado pelo cumprimento das orientações do Conselho Municipal de Previdência”.
A manifestação ocorre após Paniago ser citado durante sabatina realizada na Câmara Municipal com a presidente do AparecidaPrev, Márcia Tinoco, e o diretor financeiro da autarquia, Khayo Eduardo. O depoimento dos dois, convocado por vereadores, buscou esclarecer como os recursos foram aplicados em um banco que já apresentava sinais graves de fragilidade.
Segundo o ex-secretário, a operação contestada ocorreu quando ele já não presidia o Instituto de Previdência de Aparecida, ressaltando que o órgão possui autonomia administrativa e financeira e não se encontra sob deliberação direta da Secretaria da Fazenda.
Paniago afirmou ainda que, durante o período em que esteve à frente do AparecidaPrev — em 2023 e nos três primeiros meses de 2024 — todas as aplicações foram feitas exclusivamente na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil, instituições consideradas de baixo risco para investimentos previdenciários.
“Tentativa de ac0bertar erros”
Para o ex-secretário, a menção ao seu nome não passa de uma estratégia política.
“A citação se apresenta com objetivos de p0litizar uma questão técnica e justificar o descuido de quem estava na presidência do AparecidaPrev”, disse por meio de nota enviada à imprensa.
Ele afirma que jamais foi notificado oficialmente sobre qualquer processo relacionado às circunstâncias que levaram à aplicação no Banco Master.
Nota à imprensa na íntegra
A seguir, a nota enviada pela assessoria do ex-secretário, com trechos adaptados com caracteres especiais para evitar censura nas redes:
Einstein Paniago esclarece que ele não foi citado oficialmente sobre nenhum processo que investiga as circunstâncias do AparecidaPrev com o Banco Master, liquidado pelo Banco Central.
Afirma ainda que as operações de investimento do Fundo de Previdência com o banco foram aplicadas quando ele já não estava na presidência do Instituto de Previdência de Aparecida, que é uma autarquia com autonomia administrativa e financeira, e que não se encontrava sob jurisdição deliberativa da Secretaria de Fazenda.
Einstein esclarece que as aplicações em 2023 e nos três primeiros meses de 2024, quando estava presidente do AparecidaPrev, foram realizadas exclusivamente na Caixa Econômica e Branco do Brasil.
Afirma ainda que a citação do seu nome se apresenta no imbróglio do caso com objetivos de politizar uma questão técnica e justificar o descuido de quem estava na presidência do AparecidaPrev e que não se atentou as orientações do Conselho Municipal de Previdência.
Se quiser, posso ajustar o tom da reportagem, criar título alternativo ou produzir versão mais enxuta para redes sociais.

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