Sem licitação, prefeito torra R$ 3,6 milhões com mosquito da dengue e entra na mira do MP
Contrato milionário foi firmado com a empresa Estação da Limpeza Comércio Atacadista e Varejo LTDA.

O Ministério Público de Goiás (MPGO) abriu um procedimento preparatório para investigar suposto superfaturamento em um contrato milionário firmado pela Prefeitura de São Simão, sob comando de Walisson José de Freitas (Pode), com a empresa Estação da Limpeza Comércio Atacadista e Varejo LTDA.
O caso gira em torno da aquisição do produto "Aedes do Bem", no valor de quase R$ 3,6 milhões, por uma controversa inexigibilidade de licitação.
Segundo a promotora de justiça, Daniela Lemos Salge, a medida visa aprofundar as apurações de uma notícia crime.
Os envolvidos na bronca incluem Guilherme Stival Candido e Wallisson José de Freitas, além da própria empresa fornecedora.
Apesar de ainda não haver elementos para instaurar um inquérito civil, o MP determinou diligências para verificar a legalidade do processo, a justificativa técnica da escolha do produto e os critérios de quantificação da compra, que aparentemente extrapolaram o comum em comparação com cidades de porte similar.
Agora, o Município terá que apresentar documentos, estudos técnicos e explicações detalhadas.

Única senadora eleita por Goiás, Lúcia Vânia declara apoio à Gracinha Caiado; assista
Ex-senadora ressalta trajetória de Gracinha e afirma que a candidatura representa uma oportunidade para o Estado e para os goianos

Kitão quer levar debate sobre cannabis para Alego e uso da fibra na medicina
Candidato a deputado estadual, vereador quer usar experiência acumulada em Goiânia para levar discussão à Assembleia e ampliar políticas relacionadas à cannabis medicinal em Goiás











