Estudante que espancou namorada em condomínio não sabia que "vizinho" era delegado
Vítima de 19 anos relatou agressões anteriores e foi socorrida por delegado que mora no mesmo prédio, no Jardim Goiás

Estudante de Direito, de 21 anos, que foi preso por agredir agredir a namorada, de 19, em um condomínio no Jardim Goiás, em Goiânia, na madrugada desse domingo (12), foi preso pelo delegado que mora no mesmo condomínio e é vizinha da vítima.
Segundo informações da polícia, a vítima estava sozinha em casa com o então namorado no momento da agressão. Ela sofreu lesões, ficou com a boca inchada, mas não precisou ser hospitalizada. A jovem, que faz cursinho, relatou ainda que já havia sido agredida anteriormente pelo suspeito.
De acordo com a ocorrência, o delegado Adriano Jaime, que mora no mesmo condomínio, chegou ao local por volta das 5h25 e encontrou o portão de entrada danificado e a jovem ferida e chorando junto ao porteiro do prédio. O suspeito havia fugido cerca de 20 minutos antes, após destruir a estrutura.
Leia mais
Namorada descobre "mentira" e termina espancada por estudante de direito bêbado; veja vídeo
Após colher informações sobre o caso, o delegado localizou e prendeu o acusado no fim da madrugada no Parque Amazônia, que foi encaminhado à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Goiânia.
O pai da vítima, que estava em uma fazenda, retornou imediatamente à capital após saber da agressão e encontrou a filha na delegacia.
A jovem não quis conceder entrevista por medo. O caso é investigado pela Polícia Civil.
>>> Clique aqui e receba notícias de Goiás na palma da sua mão
>>> Acesse este link e siga a notícia em tempo real no Instagram

Pai 3stvpr@ filha desde os 7 anos e engravida com 15 em Goiás; assista
Caso havia sido arquivado após jovem, então com 15 anos, afirmar que relação havia sido consentida; nova denúncia aponta anos de abusos, controle e chantagem psicológica

Homem é preso após fingir ser auditor e amigo de delegados para aplicar golpes em Goiás
Para dar veracidade às cobranças indevidas e intimar os comerciantes, ele alegava manter forte influência e proximidade com promotores de Justiça.












