Motorista que atropelou e matou vigilante de 29 anos na Castelo Branco é identificado
Mesmo após prestar socorro e ter bafômetro negativo, condutor deve responder por homicídio culposo; vítima foi socorrida, mas não resistiu após ser arremessada da moto

A Polícia Civil identificou o motorista envolvido no atropelamento que matou a vigilante Isabel Cristina Silva Nunes, de 29 anos, na Avenida Castelo Branco, em Goiânia. O caso, ocorrido no feriado de 1º de maio, segue sob investigação e o condutor deve prestar depoimento nos próximos dias. Ele poderá responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
O acidente aconteceu na sexta-feira (1º), Dia do Trabalhador, quando Isabel voltava para casa de moto pela Avenida Castelo Branco. Segundo as investigações, um carro branco trafegava pela via quando atingiu a vítima, que foi arremessada com o impacto. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada ao Cais Campinas, mas não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois.
De acordo com a Polícia Civil, o motorista permaneceu no local após o atropelamento, prestou socorro à vítima e realizou o teste do bafômetro, que deu resultado negativo para consumo de álcool. Ainda assim, o caso é tratado como homicídio culposo no trânsito.
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A morte da vigilante causou forte comoção entre familiares. O filho da vítima, de 12 anos, estava na casa dos avós quando recebeu a notícia. Uma irmã, que vinha do Tocantins para acompanhar a situação, chegou a Goiânia após o falecimento de Isabel.
Desde segunda-feira (4), o caso vem sendo acompanhado de perto pelas autoridades. A Delegacia de Crimes de Trânsito já confirmou a identificação do motorista, que deve comparecer à unidade nos próximos dias para prestar depoimento e esclarecer as circunstâncias do atropelamento.
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