Vídeo mostra momento em que tio leva sobrinho de 6 anos para abusar e matar; veja
Os investigadores também apuram a possível ocorrência de outros crimes, que serão confirmados ou descartados após os laudos.

Peterson Ykaro Gomes Cardoso, de 6 anos, foi encontrado sem vida horas após desaparecer na noite de domingo (6), em Maceió (AL). O principal suspeito do caso é o tio-avô da criança, que foi pr*s0 pela Polícia Civil. Ao ser conduzido pelos policiais após a prisão, o homem chamou a atenção ao dizer: "Sou um d*sgr4ç4do."
Segundo a investigação, imagens de câmeras de segurança registraram o suspeito caminhando ao lado do menino em direção a um terreno baldio, local onde o corpo foi encontrado posteriormente. Cerca de 40 minutos depois, ele aparece retornando sozinho. As gravações fazem parte das principais provas analisadas pelos investigadores.
Durante o depoimento, o investigado negou qualquer participação no cr1m3 e afirmou que não se recorda do que teria acontecido. Apesar da versão apresentada, a Polícia Civil informou que ele continua sendo o principal suspeito.
A linha de investigação trabalha, inicialmente, com a hipótese de que a m0rt3 tenha sido provocada por asf1xia mecânica (s*foc4ment0), mas a causa exata ainda depende da conclusão dos exames periciais. Os investigadores também apuram a possível ocorrência de outros cr1m3s, que serão confirmados ou descartados após os laudos.
O suspeito permanece pr*s0, enquanto a Polícia Civil de Alagoas dá continuidade às investigações. A expectativa é que o resultado da perícia e a conclusão do inquérito esclareçam as circunstâncias da m0rt3 de Peterson Ykaro Gomes Cardoso e apontem eventual responsabilização criminal.

Pai 3stvpr@ filha desde os 7 anos e engravida com 15 em Goiás; assista
Caso havia sido arquivado após jovem, então com 15 anos, afirmar que relação havia sido consentida; nova denúncia aponta anos de abusos, controle e chantagem psicológica

Homem é preso após fingir ser auditor e amigo de delegados para aplicar golpes em Goiás
Para dar veracidade às cobranças indevidas e intimar os comerciantes, ele alegava manter forte influência e proximidade com promotores de Justiça.











