Justiça anula contrato do lixo; Mabel defende "Limpa Gyn" e anuncia que vai recorrer
Apesar da batalha judicial, o prefeito defendeu o trabalho que vem sendo executado pelo consórcio atualmente.

Um dia após o anúncio da anulação judicial do contrato de coleta de lixo em Goiânia, o prefeito Sandro Mabel (UB) se posicionou oficialmente sobre o caso. Em declaração à imprensa, o gestor afirmou que a Procuradoria do Município já estuda as medidas jurídicas cabíveis para tentar reverter a decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública Municipal e de Registros Públicos.
A sentença judicial determinou a anulação da licitação que resultou na contratação do Consórcio Limpa Gyn, responsável pela limpeza urbana da capital, e ordenou a abertura de um novo processo licitatório. Contudo, para evitar que a cidade sofra com a interrupção de um serviço essencial, a Justiça concedeu um prazo de até 12 meses para que a empresa continue operando enquanto a nova concorrência não é concluída.
Sandro Mabel fez questão de pontuar que a atual gestão não teve qualquer participação no processo licitatório ou na elaboração do edital que originou o contrato, uma vez que tudo ocorreu durante a gestão Rogério Cruz (SD).
Apesar da batalha judicial, o prefeito defendeu o trabalho que vem sendo executado pelo consórcio atualmente.
"Estamos satisfeitos com o desempenho da Limpa Gyn", afirmou o gestor, reforçando que o foco da administração é garantir a continuidade da limpeza da cidade sem prejuízos aos moradores de Goiânia.
A prefeitura deve apresentar, nos próximos dias, os recursos necessários para tentar manter a validade do contrato vigente, alegando, possivelmente, os riscos operacionais e os impactos orçamentários que uma nova licitação em curto prazo poderia causar.

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