Lula não consegue bater meta de empregos e perde feio para Bolsonaro
O número demonstra queda de 27% em relação ao registrado em 2022

O presidente Lula (PT) não conseguiu cumprir a promessa de criar 2 milhões de empregos com carteira assinada em seu primeiro ano do terceiro mandato e perdeu feio se comparado com o último ano de gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, apresentados na tarde dessa terça-feira (30), mostram que o mercado de trabalho fechou o ano passado com a criação de 1,483 milhão de vagas formais, considerando contratações menos demissões.
O número demonstra queda de 27% em relação ao registrado em 2022, quando foram criados 2,037 milhões de vagas de trabalho.

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