Rejeição de Marconi dispara com metade do eleitorado dizendo “não voto”
Adriana Accorsi aparece com 26% de rejeição e surge como segundo nome mais rejeitado, bem atrás de Marconi, mas ainda com resistência significativa do eleitorado

Levantamento da Genial/Quaest escancara um cenário complicado para o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), que aparece como o mais rejeitado entre os pré-candidatos ao governo de Goiás. Metade dos eleitores afirma que não votaria nele, enquanto adversários diretos registram índices bem menores, com destaque para Daniel Vilela (MDB), que alia liderança nas intenções de voto a uma rejeição mais controlada.
A pesquisa, realizada com 1.104 eleitores goianos, mostra que Marconi Perillo concentra o maior desgaste político entre os nomes testados. Segundo o levantamento, 50% dos entrevistados disseram que não votariam no tucano, colocando-o em situação delicada numa eventual disputa, especialmente em cenários de segundo turno.
Na sequência aparece a deputada federal Adriana Accorsi (PT), com 26% de rejeição — praticamente metade do índice registrado por Marconi, mas ainda assim um patamar relevante no jogo eleitoral.
Já o vice-governador Daniel Vilela (MDB), que lidera as intenções de voto, apresenta uma rejeição de 19%. O número é considerado estratégico por analistas políticos, já que combina competitividade com menor resistência do eleitorado.
Logo atrás está o senador Wilder Morais (PL), com 18% de rejeição, mantendo-se próximo de Daniel nesse quesito e também dentro de um patamar considerado administrável.
Entre os nomes menos conhecidos, os índices são mais baixos: Cíntia Dias aparece com 11% e Edward Madureira com 10%. Os números sugerem menor exposição pública ou ainda um estágio inicial de consolidação eleitoral.
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O cenário geral indica que, além da preferência nas urnas, a rejeição deve ser um fator decisivo na disputa, principalmente em um eventual segundo turno, quando a capacidade de atrair votos além da base original se torna determinante.
A pesquisa Genial/Quaest ouviu 1.104 eleitores em Goiás por meio de entrevistas presenciais domiciliares, com questionários estruturados. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número GO-00211/2026, no dia 24 de abril deste ano.
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